6 de abr de 2008

Versos molhados em um papel seco



(José Rodrigues)


Os pingos da chuva caem,passam,

E me levam junto com eles

No chão nos encontramos em pedaços

Mas tão perto um do outro.


Vejo a chuva a cair

Pela janela aberta do meu quarto

E escrevo algum poema,pois assim acho

É uma forma de ir junto com os pingos dágua,

mesmo q isto signifique fazer versos molhados

E depois colocá-los num papel seco.
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Esta e outras poesias tive o prazer de ler no blog do José Rodrigues,
um poeta jovem e de muito talento,que veio me visitar e me surpreendeu
com um texto interessante sobre o amor.
Deixo o endereço do blog para quem se interessar: http://experimentandoversos.blogspot.com

7 comentários:

Sonia Regly disse...

Querida Pati,
Sempre fico muito feliz quando vc me visita.Obrigada, essa interação é que alegra nossa caminhada. Seu Blog está um amor, achei linda essa poesia que vc colocou, muito interessante mesmo, é bom ajudar a promover o trabalho dos amigos.Parabéns!!!!

Sonia Regly disse...

Querida,
Volte sempre, sua visita muito me alegra e incentiva. Boa semana.

Rosani Nauar disse...

Olá! Pati

Que lindo poema, cada vez venho aqui fico muito emocionada, pela beleza, sensiblidadade...e mágia q esta seu blog! Parabénssssss


beijosssssss

Reginaldo disse...

SE
Se és capaz de conservar o teu bom senso e a calma, Quando os outros os perdem, e te acusam disso; Se és capaz de confiar em ti, quando de ti duvidam E, no entanto, perdoares que duvidem; Se és capaz de esperar, sem perderes a esperança E não caluniares os que te caluniam; Se és capaz de sonhar, sem que o sonho te domine E pensar, sem reduzir o pensamento a vício; Se és capaz de enfrentar o triunfo e o desastre, Sem fazer distinção entre esses dois impostores; Se és capaz de ouvir a verdade que disseste, Transformada por velhacos em armadilhas aos ingênuos; Se és capaz de ver destruído o ideal da vida inteira E construí-lo outra vez com ferramentas gastas; Se és capaz de arriscar todos os teus haveres Num lance corajoso, alheio ao resultado E perder e começar de novo o teu caminho Sem que ouça um suspiro quem seguir ao teu lado Se és capaz de forçar os teus musculos e nervos E fazê-los servir se já quase não servem Sustentando-te a ti, quando nada em ti resta, A não ser a vontade que diz: Enfrenta! Se és capaz de falar ao povo e ficar digno E de passear com reis, conservando-te o mesmo; Se não pode abalar-te amigo ou inimigo E não sofrem decepção os que contam contigo; Se podes preencher todo o minuto que passa Com sessenta segundos de tarefa acertada; Se assim fores, meu filho, a Terra será tua, Será teu tudo o que nela existe. E não te receies que o roubem. Mas (ainda melhor que isso tudo) Se assim fores, serás um HOMEM.
RUDYARD KIPLING

Reginaldo disse...

beijos guria, espero que goste deste pequeno poema, smacksss com lam.... do gato

Reginaldo disse...

VOLTEI!

Voltei! Quantas lembranças revividas!
Quantos sonhos que há muito já sonhei...
Aqui, o velho muro onde deixei
as velhas datas que me são queridas...

Ali, o campo; adiante, onde eu brinquei:
- o quintal... o regato... as margaridas...
Tudo meras visões, hoje perdidas,
- de uma história de fada onde eu fui rei...

Voltei! Que estranho misto de tristeza
e de alegria, encheu-me o peito, quando
revi da infância a antiga natureza...

Que dor no entanto sepultei comigo,
ao ver que o tempo, a sós, vai apagando
a história azul daquele mundo antigo!...
JG DE ARAÚJO JORGE

Menin@descalç@ disse...

...Oii, Paty aqui estou fazendo uma visitinha no seu blog, simplesmente demais, realmente aquilo que conversamos somos essências ao escrever, colocamos um pouco de nós ao descrever cada linha, são trechos, versos, poemas descritos com a alma...te considero uma grande pessoa além de sensível, romântica, guerreira...Beijinhuus
Descalç@ no divâ-Rosangela